Crônica – Goodbye Facebook

Queria agradecer a todas as pessoas que pediram números de contas e dados para a compra dos meus livros e nunca o fizeram. E também a todos que falaram que iriam ao lançamento do meu livro e não foram. Apenas queria entender porque as pessoas perderam todo o senso de compromisso e responsabilidade. O Facebook é culpado disso? Nesta rede (anti-social) todo mundo é bom, amável com os animais, faz 12 revoluções por dia, é politizado, bondoso e educado. Estou farto disso! Aqui todo mundo quer impressionar todo mundo, colecionar amigos e se exibir. Escrevo a mais tempo do que a maior parte aqui tem de vida e vejo um bando de babacas sendo prestigiado por editoras, falando de carreira literária. Ah, então vou enfiar minhas 1000 poesias no rabo e me retirar disso. Aos meus verdadeiros amigos, aqueles que realmente gostam do meu trabalho sabem onde nos encontrar (a mim e ao meu trabalho), mas este Facebook, para mim é uma droga que não quero mais. Chega! parei. E apenas um ultimo recado, ao Sr Claudio Willer: desculpe se fui intrometido e postei uma resposta a sua enquete sobre poesia sem ser convidado e cheguei e postei sem chamá-lo de mestre ou de professor. Chamei-o de poeta, apenas. E principalmente, obrigado aos poucos amigos que sei que conquistei aqui: Joanna Franko, Celso Moraes F, e Genecy Souza… Deve ter mais um ou dois que não recordo agora. Vou continuar a publicar meus escritos no site A Barata, como faço há 15 anos e no blog. Os amigos sabem onde me encontrar. Fui!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

22/08/2012

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal do ano da Graça do nascimento de Bruce Dickinson, Madonna, Michael Jackson, Cazuza e Tim Burton, é poeta, romancista, ensaista e contista, além de produtor de eventos e artista plástico. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Rush e Pink Floyd. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário e projetista de brinquedos. Apesar de ter escrito milhares de textos nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Janis Joplin, Grace Slick  e Patti Smith; casou quatro vezes e Atualmente procura pagar as contas trabalhando com criação de sites, edição e diagramação de livros e arte digital.

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