Depoimento – Genecy Souza

Já me tornei um leitor e ouvinte contumaz do Barata. No que diz respeito aos palavrões, termos chulos e afins utilizados em suas obras, realmente, eles não me incomodam em nada, daí que não vejo razão para que algumas “almas puras” fiquem chocadas. Isso me soa um tanto hipócrita, uma vez que, por exemplo, palavrões são abundantes nas obras de Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro, Glauco Mattoso, entre outros. E, o que é melhor, eles são muito respeitados e admirados mesmo assim. Quem sabe um dia, quando as obras do Barata se tornarem best sellers, essa percepção venha a mudar.
Aliás, no meu modesto entender, palavrão é “democracia” saída da boca de um José Dirceu; “liberdade” pela de Fidel Castro; “soberania” pela de Dilma; “Deus” pela de Edir Macedo, e por aí vai. 13/02/2015

Genecy Souza, o maior incentivador de Barata, Leitor Manaus – AM

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