Poesia – Versos Orgânicos – 11 – Vai Tomar Banho, Sua Porca!

Tomastes seu banho, oh minha porca pervertida
E lavastes sua buceta, porca cadela encardida?
Encaminhemo-nos então á ducha e ao chuveiro
Quero lavar sua buceta por dentro, no banheiro.

Não suporto o cheiro e o gosto de buceta mal lavada
Então lave com sabão o grelo e os lábios da malvada
E se quiser aproveita o bico da ducha, enfie na sua gruta
E bata a siririca com seus dedos até gozar de forma bruta.

Lave a bunda, lave o cu, retire todos as sobras das bostas
Porque no rabo limpo, lhe darei aquilo que mais gostas
E lave também a língua antes de chupar o meu caralho
Deixe-a limpa, pois é ela o instrumento do seu trabalho.

E agora que estás limpa, lambuza-te com a minha porra
Engula tudo que eu lhe jorro, beba antes que ela escorra
Devora o que te esporro, limpa é minha gosma do prazer
E fartas-te do que é limpo e daquilo que venho lhe trazer.

Do Livro:
“Versos Orgânicos”, 2012
Editor’A Barata Artesanal

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal do ano da Graça do nascimento de Bruce Dickinson, Madonna, Michael Jackson, Cazuza e Tim Burton, é poeta, romancista, ensaista e contista, além de produtor de eventos e artista plástico. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Rush e Pink Floyd. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário e projetista de brinquedos. Apesar de ter escrito milhares de textos nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Janis Joplin, Grace Slick  e Patti Smith; casou quatro vezes e Atualmente procura pagar as contas trabalhando com criação de sites, edição e diagramação de livros e arte digital.

5 1 Vote
Article Rating
Assinar
Notificação de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver Todos os Comentários