Poesia – Versos Orgânicos – 26 – Grande Buceta Mijona

Assusta-te o tamanho imenso da minha cabeleira?
Ou é apenas e somente um fetiche de cabeleireira?
Então saibas que meu cacete não tem pelos pubianos
E quero arrancar com os dentes os pelos do seu ânus.

Não te assustes com os tamanhos, gulosa por paus duros
Dentro de sua buceta, cabem quantos centímetros puros?
Não pelejes com medidas, seu clitóris alcanço certamente
E juntes às medidas os meus dedos e a língua de serpente.

Tenho barba grisalha, faltam alguns dos meus dentes
Mas nada que afete aos seus desejos mais indecentes
Então, cadela de bunda redonda e coxas duras e rijas
O que achas de eu chupar tua buceta enquanto mijas?

Fico aqui imaginando o liquido quente da sua vagina
Descendo por meus lábios, calor que ninguém imagina
Enquanto observo sua buceta contraindo feito a lábios
Abrindo e fechando enquanto bebo o liquido dos sábios.

Do Livro:
“Versos Orgânicos”, 2012
Editor’A Barata Artesanal

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal do ano da Graça do nascimento de Bruce Dickinson, Madonna, Michael Jackson, Cazuza e Tim Burton, é poeta, romancista, ensaista e contista, além de produtor de eventos e artista plástico. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Rush e Pink Floyd. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário e projetista de brinquedos. Apesar de ter escrito milhares de textos nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Janis Joplin, Grace Slick  e Patti Smith; casou quatro vezes e Atualmente procura pagar as contas trabalhando com criação de sites, edição e diagramação de livros e arte digital.

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