Poesia – Versos Orgânicos – 7 – Porca!

E é bom chupar sua buceta quando me punhetas, o que sinto
Bom enfiar o dedo em seu cu enquanto beliscas ao meu pinto
Gosto de manipular do seu cuzinho frouxo de bordas rosadas
Até sentir a bosta em meus dedos, e até chegar suas gozadas.

Entre uma trepada e outra masturbo eu sua buceta
E lépida, bates a mim a maravilha de uma punheta
Então ficamos nós dois ali a nos masturbar até o gostoso
E ao fim dessa trepada sem trepar sentimos nosso gozo.

Prepara sua língua ao sabor, que agora lhe dirijo
Deixe escorrer por sua boca do pau o quente mijo
Bebes de mim feito criança ao leite da padaria
E eu sei o quanto é doce seu tesão por porcaria.

E por falar em uma coisa porca e imunda
Não quero sorver o que sai da sua bunda
E nem da sua buceta a sujeira do paquete
Pois a imundice estragaria o meu banquete.

 

Do Livro:
“Versos Orgânicos”, 2012
Editor’A Barata Artesanal

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal do ano da Graça do nascimento de Bruce Dickinson, Madonna, Michael Jackson, Cazuza e Tim Burton, é poeta, romancista, ensaista e contista, além de produtor de eventos e artista plástico. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Rush e Pink Floyd. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário e projetista de brinquedos. Apesar de ter escrito milhares de textos nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Janis Joplin, Grace Slick  e Patti Smith; casou quatro vezes e Atualmente procura pagar as contas trabalhando com criação de sites, edição e diagramação de livros e arte digital.

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