Resenha de Filme – Johnny e June

Apesar do Oscar de Melhor Atriz, que em realidade não significa coisa alguma de importante, dado a Reese Whiterspoon, além de ser indicado nas categorias de Melhor Ator (Joaquin Phoenix), Melhor Som, Melhor Edição e Melhor Figurino e ter ganho 3 Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Filme – Comédia/Musical, Melhor Ator – Comédia/Musical (Joaquin Phoenix) e Melhor Atriz – Comédia/Musical (Reese Whiterspoon) além de outros prêmios, o filme vale muito para quem não conhece a biografia do “Homem de Preto”. Contemporâneo de Elvis e outros, mas que, ao menos no brasil, nunca mereceu o destaque merecido. Colocar os atores para cantar pode ser uma ótima idéia cinematográfica mas é totalmente enganador. Uma decepção para quem assiste atrás do gênio musical pois ali encontrará apenas o debilóide sentimental. Que busca a música e escutar o vozeirão de Cash irá se deparar com a de Joachin Phoenix.

11/1/2006

Johnny e June
Original: Walk the Line
Produção: James Keach e Cathy Konrad
Ano: 2005
País: EUA
Diretor: James Mangold
Duração: 136m

Barata, nascido Luiz Carlos, no dia do Anti-Natal do ano da Graça do nascimento de Bruce Dickinson, Madonna, Michael Jackson, Cazuza e Tim Burton, é poeta, romancista, ensaista e contista, além de produtor de eventos e artista plástico. Cresceu escutando Beatles, Black Sabbath, Rush e Pink Floyd. Participou da geração mimeógrafo nos anos 1970, mas quando chegaram os filhos deixou de ser poeta e foi tentar ser homem, o que no entender de Bukowski é bem mais difícil. Trabalhou como office-boy, bancário e projetista de brinquedos. Apesar de ter escrito milhares de textos nunca ganhou um prêmio literário. Foi apaixonado por Janis Joplin, Grace Slick  e Patti Smith; casou quatro vezes e Atualmente procura pagar as contas trabalhando com criação de sites, edição e diagramação de livros e arte digital.

5 1 Vote
Article Rating
Assinar
Notificação de
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
Ver Todos os Comentários